3 motivos pelos quais você perderá seu emprego

Somos motivados a procurar nossa felicidade, entretanto não podemos esquecer que ao olhar para um grupo, vemos pessoas diferentes e criações totalmente distintas.

Postado em 18/08/2019


3 motivos pelos quais você perderá seu emprego

Cada vez mais as pessoas têm sido motivadas a projetarem sonhos, lutar por sua felicidade e valorizar os momentos bons em sua vida, isso é fantástico, inclusive eu sou uma pessoa que também foco nestas frentes.

Entretanto, percebo que na maioria das vezes está faltando a dosagem certa entre “meus sonhos” e “minhas obrigações”. Têm sido natural o fluxo de profissionais demitidos por não entenderem o seu espaço e atitudes dentro do coletivo corporativo.

Não estou aqui para dizer qual é o limite perfeito entre obrigações, comportamentos e relacionamentos profissionais, mas infelizmente, muitas pessoas têm me procurado, reclamando que não encontram artigos que falem, da dificuldade em entender motivos pelos quais os chefes demitem. Por isso, compartilho com vocês três atitudes, que feitas de forma constante podem te levar a perda do emprego:

Primeiro os atrasos: é natural ocorrer inconvenientes que possa nos atrasar no trabalho, desde uma reunião com o cliente ou uma entrega de relatório interno, porém, não podemos permitir que se torne um hábito. O que acontece na maioria das vezes é que, com o passar do tempo vamos acumulando ou alterando as demandas profissionais, atrapalhando assim, a rotina do colaborador, por este motivo, é crucial que o funcionário avise o líder para rever os prazos e prioridades, atitudes como esta, só reforçam a preocupação do funcionário na entrega das atividades, sendo que, quando o mesmo fica calado, normalmente é avaliado como um profissional desorganizado, desmotivado ou sem foco.

Segundo à empatia: não confunda com simpatia, este requisito vai muito além da cordialidade rápida de um “bom dia” ou um sorriso no rosto. De uma forma rasa, podemos dizer que, a Empatia é uma conexão realizada de forma sincera, não entrarei no detalhe do significado da palavra, mas uma atitude esperada que vem da empatia, é respeitar o limite do colega de trabalho. Existe uma grande valorização do “EU QUERO, EU GOSTO, EU SOU, EU ACREDITO”, mas ao passar para o coletivo profissional, precisamos entender que, é preciso  ceder como individuo para um bem maior. Como por exemplo, uma ação simples de lavar o prato no refeitório, mesmo que você lave apenas no final de seu horário de almoço, o cheiro de sua marmita pode atrapalhar os demais, sendo assim, você antecipa a limpeza do refratário, independente se terá mais tempo hábil para descanso. De forma geral são pequenas ações, que se não forem respeitadas irão acumular de forma negativa, gerando a discórdia na empresa.

Terceiro à organização: é muito natural em nossa vida pessoal, ter um local onde deixamos uma pequena desorganização, pode ser no porta-luvas do carro ou em uma gaveta esquecida no armário de meias, o problema é quando  trazemos este hábito para o local de trabalho estamos impactando no espaço do coletivo, deixando bagunça exposta para clientes, falta espaço para maquinário, dificuldade de controles internos entre outras coisas. Lembre- se que, um CNPJ têm seus valores, onde, uma pessoa é apenas um percentual dentro de toda uma estratégia desenhada que vai além do nosso “jeitinho”.

Somos motivados a procurar nossa felicidade, entretanto não podemos esquecer que ao olhar para um grupo, vemos pessoas diferentes e criações totalmente distintas. Entender que a minha forma de convívio precisa ser reconsiderada, é o primeiro passo para um aprendizado de novas formas de enxergar a vida e viver dentro dela, por isso, considere que assim como nossos celulares estão em constante evolução, nossa forma de pensar também pode ser atualizada.

Thais Galindo

www.dhworkconsulting.com.br

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